Nada como uma segunda-feira

Por mais estranho que possa soar essa minha segunda-feira está parecendo um fim de semana. Isso se deve entre outras coisas é claro a corinthiana vitória do meu Corinthians sobre certo time verde. E olhe que o gordinho nem jogou.
A magnífica partida de superação do Todo-Poderoso Timão vai ficar pra história dos clássicos, não somente pela vitória, mas por ter jogado praticamente toda a partida com um jogador a menos. As atuações de Felipe, um muro na frente dos atacantes verdes, e de Jorge Henrique, o baixinho multihomem do Timão, valeram por um time todo. Eles me deram uma maravilhosa sessão de gozação com a cara dos meus amigos verdinhos.
Ontem alguém me perguntou porque eu era corinthiano, já que meu pai é vascaíno, e eu respondi que ser corinthiano não se explica, simplesmente se é. Quem não é corinthiano vai achar isso um absurdo, devaneio ou qualquer outra coisa, mas pobre de vocês que vão morrer e não vão entender o que é torcer pelo Corinthians. É muito além de ser ou não ser o primeiro.
Outro motivo que me deixa extremamente feliz é a aprovação do meu irmão Sávio e do meu primo Jonatas no vestibular da UFPB. É nesses momentos que nós desfrutamos da graça divina, momentos que sabemos que nada merecemos, mas que por sua imensa bondade e amor incondicional Deus nos presenteia.

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